BMW Série 3 completamente modificada beira a ficção
científica. Motor, interior e carroceria mais extremos mostram
o top do tuning nacional.
Em sua única aparição pública, no salão
do carro personalizado, no Rio de Janeiro, esta BMW “causou”
demais! Soltando até fumaça, hipnotizando pelo ronco
grave do motor turbo nitro e pirando a cabeça de muita gente
com a sonzeira forte, a BMW 325i 1993 foi um dos maiores destaques
do evento carioca.
E, lógico, HOT estava lá. Domamos esse extreme tuning
brasileiro e quietinho dentro de um estúdio, ele mostrou
todas as suas novas formas.Com modificações de grande
porte no interior, exterior e motor, este super carro não
é só para ver. Terminadas as fotos, seu proprietário,
Sylvio Peluzo, pegou as chaves, ligou o neom e saiu acelerando forte
na noite do rio!
Mutação insana.
Por trás desse tuning, “os Cientistas” André
Luiz Monção, proprietário da Cientista Performance,
e Gilmar de Assis, abusam de novas técnicas de personalização.
E nesta BMW não foi diferente. Para caberem as gigantes rodas
aro”20” x8 da Kromma, com pneus Yokohama 245/35 (em
conjunto com uma suspensão bem rebaixada), as alterações
profundas foram feitas em toda a estrutura do carro.
Na dianteira, até as longarinas foram modificadas, além
das 4 caixas de rodas alargadas. Um “mega-ultra” bodykit
também entrou na brincadeira, feito em fibra de vidro e com
um visual único. Para facilitar o acesso ao motorzão
2.5 seis cilindros turbo-nitro, pára-lamas, pára-choque
dianteiro, faróis e capô formam uma peça única,
erguida por um sistema pneumático. Sobraram poucos detalhes
de seda alemã original. Para manter a identidade visual,
quatro faróis redondos foram recolocados diretamente na fibra
de vidro, assim como os piscas. E só. O resto é resultado
de muitas horas de trabalho pesado. Desapareceram com as maçanetas
(as portas abrem por controle remoto) e chegaram os retrovisores
de BMW M3, com pisca integrados. Já a traseira ganhou um
aerofólio baseado no do Mitsubishi Lancer Evolution, além
da placa ter sido retirada da tampa. Um segundo aerofólio
foi acomodado na parte superior do vidro traseiro, enquanto as lanternas
com elementos circulares, obra da oficina, também foram aplicadas
diretamente na chapa de aço. Para fechar o tuning, uma cor
ultrachamativa: Lilás Flakes – Impossível passar
despercebido!
Preparação da pesada.
O motor 2.5 de 192cv originais, também ganhou muita coisa.
Afinal, uma BMW completamente modificada “roncando fino”
não a pegar bem!
Logo de cara, os “Cientistas” encararam a missão
de turbinar o seis cilindros.
Optaram por um turbo Master Power APL 240, com parte quente aumentada
de .48 para .63, que funciona com 0,8 Kg de pressão. Assim,
o que atua mais em alta rotação, como convém
em motores de maior cilindrada. Para resfriar o ar que sai da turbina,
entrou um intercooler sob medida da Crestana & Crestana.
O coletor de escape é da Binho Escapes Especiais, ligado
a uma tubulação de 2,5”até o centro do
carro, quando se divide em dois tubos de2”. Nas pontas, há
dois abafadores de aço que garantem um ronco bem encorpado.
O cabeçote teve as 24 válvulas retrabalhadas em ângulos
e dutos, para melhorar o fluxo de ar e gazes. Para mandar mais combustível,
os bicos foram “arrombados”, com vazão para 76
libras/hora. A bomba elétrica original foi substituída
pela do gol GTi. As velas agora são frias, próprias
para álcool, combustível atual. E ainda existe um
kit nitro da NOS, responsável por acrescentar mais 80cv aos
cerca de 300cv do motor. A garrafa de nitro fica entre os bancos
traseiros. Já outras duas garrafas no porta-malas são
só para tirar onda mesmo, despejando CO2 nos eventos, por
meio de purgadores instalados na dianteira da BMW.
Se os freios ainda foram mantidos originais, o mesmo não
se pode dizer da suspensão. Um kit a ar da Airlift, com regulagem
independente nas quatro rodas, faz com que a BMW deite no cão.!!!!
Transformação total
FECHE OS OLHOS E IMAGINE O INTERIOR DE UMA bmw 325I ORIGINAL, COM
BANCOS DE COURO PRETO, PAINEL SÓBRIO E PRATICAMENTE NENHUMA
COR. AGORA EMBARQUE NESTA NAVE. TUDO ABSOLUTAMENTE tudo é
novo. Laterais da porta, forrações, bancos e até
o painel! No momento São apenas 4 “Astronautas”
que viajam a bordo da BMW.
Eles vão sobre quatro bancos YAK personalizados e individuais.
O piloto controla as funções vitais em instrumentos
circulares da Cromomac. Pedaleiras de alumínio e um volante
esportivo facilitam a condução. O console central
acomoda todos os comandos: abrir vidros e portas, fazer a suspensão
subir e descer, luzes... Já o co-piloto controla o sistema
de som, com equipamentos Boss. Como o DVD Player e a tela retrátil
– que conta com modulo de TV e radio integrado. Já
quem vai atrás tem duas telas individuais nas colunas centrais(B).
Uma quarta tela fica no centro do painel e serve de retrovisor,
em conjunto com uma câmara na traseira da BMW.
Se Algum passageiro traseiro estiver entediado, é só
conectar um laptop na caranga e jogar até paciência!
E uma telona de “15”. Na tampa traseira, reproduz as
imagens geradas pelo equipamento. O restante do som e composto por
oito alto falantes de Bravox, de”6”, no interior, mais
do subwoolfers de “12” no porta-malas.
Dois amplificadores da Banda alimentam o sistema, que conta com
baterias auxiliares. Quer mais? O néon e uma maquina de fumaça
na “mala” (como as de danceterias) transformam qualquer
lugar em balada!!!!
Maremoto
Como a tempestade tropical mais devastadora que se tem noticia,
esse Golf 1.6R abala o cenário tuning nacional com suas transformações.
No início era como uma tarde tranqüila, gente se divertindo,
jogando conversa fora, tomando alguns drinques, enfim, aproveitando
os bons momentos da vida.
Porém, em um rápido flash tudo se transformou em um
verdadeiro caos, com casas destruídas, pessoas desaparecidas,
carros estraçalhados, e muito mais.Essa foi a historia do
Tsunami, que ocorreu no inicio do ano em alguns países, devido
a um maremoto de proporções gigantescas em alto mar.
Da mesma forma que o tsunami, esse golf que você esta vendo
é um verdadeiro monstro nos eventos brasileiros.Dificilmente
ele não ganha o primeiro posto nas disputas de tuning, o
motivo e fácil de observar, afinal de contas, você
já viu algum golf como esse?
Com certeza não, pois ele é o único, assim
como um Maremoto tenebroso.
A historia deste carro é um tanto conhecido, porém
o final é diferenciado.Logo no começo, o proprietário
do Volks Edson Dore, proprietário de uma empresa de motoboys,
queria apenas ter um carro personalizado, para que pudesse se sentir
mais confortável em suas horas de descanso.Entretanto, ele
não imaginava o que estaria por vir, sendo que após
algum tempo seu carro se transformou em um dos símbolos do
tuning extreme nacional.
“Alguns dias atrás estávamos fazendo as contas,
de quanto eu já gastei no carro, e fiquei assustado, pois
em apenas alguns meses foram investidos no GOLF” afirma.
Você deve estar se perguntando: ”100, mil, para que
tanto ? Daria para fazer muita coisa”.Porém, não
esqueçam que como todo vício, o tuning não
tem limites, e uma vez dentro, dificilmente será possível
escapar das garras desse vício.
“Para chegar na configuração do atual carro,
foram necessárias muitas adaptações o pára-choque,
por exemplo, é o quinto que estou utilizando” comenta.
Então já que estamos falando dos equipamentos, que
tal darmos uma bela espiada e ver quais equipamentos estão
presentes neste Maremoto paulista.
Na parte externa, Dore tratou deixar o Golf mais exclusivo impossível,
contendo como seu destaque principal as portas Lambdoors, possibilitando
ao carro um diferencial extra.Logo após, o body-kit exclusivo
by Luna foi adaptado, tendo em sua dianteira, para-choque especial
com um intercooler Belquip, e na parte traseira um estrato de ar,
onde deixa amostra o belo escape Raceway Furios de 5”. Para
completar o body-kit, um capô estilo europeu foi adaptado,
assim como o aerofolio esporivoda Ar tuning & Speed. Recortes
na lata estilo barbatana de tubarão também são
destaques da caranga.
Os detalhes do Golf não acabam para se ter uma idéia
do projeto exclusivo, ate as lanternas altezza tem um toque diferenciado
onde uma camada de tinta azul foi aplicada, assim como, os tricôs
das portase retrovisores com pisca embutido, que receberam pintura
metalizada em azul.
Para completar, o destaque final, é claro, fica na pintura
do Luna Areografias, que tratou de mandar três tonalidades
de esportivos da Volks, compostas por Flake, Marbleizer e Metalizada,
e alguns detalhes tribais abusando da arte com aerógrafos.
Pensa que acabou? Então se enganou, pois para finalizar o
projeto o pessoal do Ultimeite Tuning tratou de equipar a maquina
com os faróis Angel eyes e kit Xenon 10.000k.
O jogo de rodas é outro diferencial, contando com modelos18”,
Mangels Máxima 5, camufladas com pneus Barum 225/40, cedidos
pela Colonial Rodas.
“Adoro o sistema de suspensão, pois posso andar com
o Golf socado no chão” afirmas Dore se referindo ao
sistema de bolsas de ar Ai Lift independente nas quatro rodas, instalado
pela Euro Tuning com mangueiras de 1”.
Já no interior, a radicalidade continua predominando tendo
como principais itens muitos néons, apliques de painel com
pintura azul metálica e cilindro de Sneeze X.
Outros itens convencionais como tapetes de alumínio, pedaleiras,
manoplas e volante Shut Venoxx, também não poderiam
faltar, assim como a coluna de instrumentos com manômetros
Orlan rober para controle de combustível, óleo e volts.
Ao centro do painel, abaixo do DVD/CD escamoteavel Pioneer AVH-6400CD,
estão presentes dois instrumentos para controle de pressão
da suspensão a ar 12M, e os botões que controlam a
altura desejada.
Finalizam o jogo de assessórios internos, os bancos tipo
concha Turbo Anhanguera, conta-girus Monters Autogage, limitador
de giro Fast Team, manômetro para pressão de turbo
Fôlego e apliques nas portas em tinta metalizada.
O sistema de som é um destaque a parte, pois além
da fonte central já citada, conta com kit duas vias B-52
na parte dianteira, e no bagageiro, com muitos itens de qualidade,
sendo encabeçados pelos dois subs de “12” UXP
Bravox que são empurrados pelos dois módulos Power
Acoustik acomodados entre cilindro da NOS localizado ainda mais
ao centro. Complementam ainda mais o sistema sonoro, dois 6x9 Bomber,
um mega capacitor B-52 e um Crossover Power Acoustik. Tudo iluminado
em azul, graças aos mini leds, instalados em pontos estratégicos
do bagageiro.
Após todos esses detalhes parecia que o projeto chegava ao
fim.
“Para que ter um carro personalizado sem ter um motor que
responda a altura” afirma Dory.
Portanto, nada de descanso, e para fechar com chave de ouro o projeto
desse Maremoto brasileiro, vamos ao motor preparado pela Belquip
e personalizado pela RT Racing, que conta com pistões forjados,
cabeçote retrabalhado, chip de potência ATW Powerchips,
filtro de ar Race Chrome, polia do virabrequim aliviada, volante
do motor aliviado, coletor de admissão Belquip, coletor de
escape. BINHO ESCAPAMENTOS
Fogger de nitro para 40cv, e por fim o kit turbo
belquip, composto por turbina biagio .42.63 que utiliza 1,5kg de
pressão no pé, com uma taxa de compressão de
14,5:1, rendendo ao Golfão 280cv estimados, fazendo de 0
a 100 km/h em baixos 7s. Provando que alem de ser maremoto nos eventos,
também é uma maquina de pista, que poderia facilmente
brincar nas arrancadas pelo país.
Com tudo isso de modificação, só restava ao
proprietário legalizar a máquina, para assim, evitar
dores de cabeça ao andar pela cidade, e para isso o Maremoto
foi levado até o despachante Cabrera, que tratou de deixar
a documentação do Golf perfeita para rodar diariamente.
Agora, depois de tantas alterações Dore sente que
esta chegando no seu objetivo final. Isso mesmo, ele ainda não
acabou , e quem confirma isso é o próprio, dizendo”O
tuning é uma evolução constante e nunca para,
pois a cada dia que passa surgem transformações e
equipamentos possíveis de serem aplicados”, conclui.
O jeito é esperar, e ver do que mais esse maremoto pode ser
capaz.Pois uma coisa é certa, ele já está causando
transtornos irreversíveis em muitas pessoas.
Potencia
Italiana.
Projeto ousado de preparador paulista e o dono do Uno mostram
que os carros da Fiat são excelentes para serem preparados.
Os preparadores normalmente optam por transformar carros Volks,
Ford ou Chevrolet em verdadeiras máquinas automotivas, feitas
com o intuito de acelerar até onde puder, entretanto uma
famosa montadora acaba sendo esquecida, estamos falando da Fiat.
E o porque disso acontecer muito provavelmente irá acabar
devido ao carro que será apresentado nesta matéria.
Estamos falando de um Fiat Uno R 1.6, carro desenvolvido pela montadora
italiana para os aficionados por velocidade. Se já não
bastasse isso, André Mauricio Batista, o proprietário
do carro, decidiu fazer de seu Uno um turbilhão de potencia
para poder disputar as provas de arrancada do campeonato paulista
da categoria TBOD Top, em parceria com a oficina mecânica
Pro Tech e seu preparador Rogério.
O carro vem equipado com motor 1.6 de 1.600 cilindradas e foi equipado
com o que tem de melhor no mercado nacional e internacional de preparação,
como os pistões Forjados lapel, bielas forjadas, virabrequim
trabalhado e a polia do vira aliviada. Para completar a patrocinadora
do veiculo RCA trabalhou os cabeçotes e reforçou a
mola do mesmo.
A polia do comando tornou-se regulável e o coletor de escape
é da BINHO ESCAPAMENTOS. E como nem tudo
pode ser dito, o comando de válvulas foi mantido em segredo.
O Kit turbo adaptado por André foi o desenvolvido pela Turbo
Anhanguera, composto por turbina Máster Power trabalhada.
.50 .63 que roda com 1.2Kg de pressão, quando acionado o
booster a pressão eleva para 2.1Kg de potencia pura.
“Antes eu andava com 3.2Kg de pressão no Uno, porém
meu bloco estourou e decidi dar uma leve diminuída “,
afirma André.
Para segurar nas horas de “pisadas”, o sistema de transmissão
recebeu atenção especial e conta com embreagem de
cerâmica da FF Embreagens, cambio trabalhado Pro Tech e blocante
Sapinho.
Já a alimentação da máquina é
feita através de uma bela Weber 40, dois bicos suplementares,
duas bombas GTI e dois dosadores especias.Para andar o combustível
escolhido foi o Metanol.
Na parte elétrica a maioria dos equipamentos permaneceu original,
a não ser pelas velas 9EGV.
Como todas as alterações o “Uninho”, conseguiu
atingir a marca de incríveis 461,4 Kgfm, testados no dinamômetro
da Dynos Race.Uma marca espantosa, já que a maioria dos preparadores
não opta por esse cara para fazer preparações.
Confiável,
esperto e legalizado.
Corsa GSI roda diariamenteturbinado e legalizado pelas
ruas de São Paulo.Desempenho e durabilidade garantem confiança
a seu dono.
Preparar um carro para o dia-a-dia requer muita calma, coisa que
poucos conseguem fazer. Afinal, quando você esta com aquela
ansiedade normal para ve-lo rodando pelas ruas. Não foi diferente
com Cesar Augusto Bronetti que quis melhorar a performance de seu
Corsa GSi 1,6 16V.
Logo que Cesar resolveu preparar seu carro, o levou até a
HW Parts para queo projeto fosse iniciado e com isso o motor ganharia
uma nova configuração de acordo com suas necessidades
e objetivos. Por morar em São Paulo e sempre rodar por grandes
avenidas Cesar precisa de um carro bom para fazer ultrapassagens
e que não beba muito.
O motor foi equipado com uma turbina monofluxo kkk modelo K16, modificada,
tendo o caracol quente e frio com .48mm. Valvula de prioridade da
Folego, escape feito pela BINHO ESCAPAMENTOS tambem esta presente
no motor. A potencia estimeda é de 190 cv com 0,8 Kg no é.
A taxa de compressão foi mantida original de 10,4:1, com
o giro maximo a 6800 RPM e o corte acontecendo aos 7000 RPM.
O sistema de embreagem também recebe uma atenção
especial, pois a original foi substituida por uma de ceramica, mais
resistente, impedindo assim que os pneus "fritem" em altas
rotações.
A
alimentação desta "flecha" vermelha é
feita por 4 bicos de 90ml, bomba elétrica de GSI e, e como
já era de se esperar, se combustível é o álcool,
pois a queima é melhor e assim a maioria dos preparadores
escolhem por fazer esta modificação. Completando o
sistema um dosador HPI da Folego.
Já na par te eletrica não foram feitas muitas modificações,
apenas as velas foram substituidas por um conjunto da NGK BR9S,
para melhorar a queima do combustível.
Toda maquina como essa, além de andar tambem deve para e
para isso, esse carro tem freios duplos ventilados com ABS. PAra
auiliar na estabilidade a suspansão foi preparada na ronaldo
amortecedores. Rodas aro 15", de astra GSI calçadas
com pneus 185/55 para grudar mais no asfalto, completam o Kit de
auto performance.
O interior não fica trás utilizando instrumentos de
pressão de óleo, turbo e combustével da marca
Cronomac e pra não errar o ponto exato da troca de marcha,
Cesar ultiliza um canhão de luz da Autometer.E é claro
que não podia faltar um som, por isso Cesar tem um CD Player
da Pionner e um sub para falar mais alto.
Cesar ainda comenta, " fiquei muito satisfeito e pretendo no
futuro colocar um bico extra para assim aumentar a potencia".
Um veiculo forte e bem equipado, que não nessessitou de muitas
modificações para ficar forte, confortavél
e principalmente confíavel.
Para finalizar, vaí ai o exemplo de César, que legalizou
os equipamentos do carro.
"assim não tenho problema com a policia", diz.
Francês
Nervoso
Peugeot 206 chega na arrancada como quem não quer nada e
com desenvolvimento, hoje vira na casa dos 8.4 nos 201 metros.
O mundo é engraçado. A pessoa vai pela primeira vez
para a arrancada, somente para assistir, participa de uma promoção
relâmpago, ganha uma turbina .50 pulsativa e sai de lá
para montar o seu próprio carro. Com Bruno Busioux Pisanelli,
estudante da cidade de Itu, interior de São Paulo, o vírus
da arrancada se instalou ao presenciar os carros no dragstrip de
Piracicaba.
Encarar o desafio de montar um carro totalmente diferente, foi
a missão da empresa Akio Racing. O preparador Rodrigo Del
Casale, ou somente “Akio”, sabia que, com desenvolvimento,
o carro poderia oferecer bons resultados na categoria Estruturada
Import: Hoje o Peugeot vira 8,465s nos 201 metros do ECPA.
Primeiramente foi montado o kit básico. O carro competiu
um ano com 0.6 de pressão de turbo e ficava aquela coisa:
ninguém dava nada para o carro. Com muita sinceridade, podemos
afirmar que o piloto ia apenas para se divertir, o que não
está errado. Mas nada disso, a equipe ja tinha em mente a
evolução do motor francês. No final de 2006,
a Akio Racing passou para uma construção mais elaborada,
com peças desenvolvidas especialmente para carro e competentes
forjados para o motor.
Cozinha Francesa
Os
pistões do novo motor são forjados, da marca lapel
e foram instalados com anéis japoneses. As bielas são
forjadas da TFC e foram instaladas com bronzinas originais. O virabrequim
é original e seu curso não foi alterado. O cabeçote
de 16 válvulas foi todo retrabalhado pela Akio Racing e muitos
acertos foram mantidos em segredo, incluindo tamanho de válvulas
e comandos . As molas de cabeçoite são importantes
e os tuchos agora são mecânicos. O cabeçote
utiliza junta metálica e a taxa de compressão é
de 9,8:1.
O sistema de alimentação utiliza módulo de
injeção oroginal, que foi remapeado. São 4
injetores de 96 libras/hora. O motor utiliza como "suplemento
alimetar", 2 injetores monoponto. O motor é alimentado
com álcool e a bomba de combustível foi retrabalhado
e fica armazenada dentro do tanque. O sistema trabalha com dosador
do tipo HPI. Em breve o carro deverá estrear outro módulo
de injeção, na busca de novas melhorias.
O coletor de admissão original, deu lugar a um novo modelo
feito em alumínio pelo Akio Racing. O coletor de escape é
confeccionado em aço inox pela BINHO ESCAPAMENTOS
e trabalha em conjunto com uma turbina desenvolvida pela Turbo Anhanguera.
A configuração de caixa quente .63 e caixa fria .50.
A pressão inicial é de 0.6 Bar e ao acionar o booster,
a pressão sobe para 1.3 Bar. A pressão é regulada
por válvula do tipo wastegate, feita pela Turbo Anhanguera.
o sistema de ignição é original e o carro utiliza
sistema de rodafonica original, no lugar do distribuidor. As velas
foram substituídas por modelos V-Power da NGK. O corte de
giro do motor é feito por um Ignition Shutt Off da ODG Instruments,
que corta o giro com 7300 RPM.
Hot
Station (capa)
Marea SW tira capô para exibir motor turbo nitro com
580 CV. Som animal com DVD e 4 subs e rodas 18" também
são destaque.
Todo mundo sabe que há uma infinidade de equipamentos e acessórios
disponíveis para personalização, sonorização
e preparação automotiva. Porém, a maioria também
deve ter notado que os proprietários de veículos modificados
sempre dão maior ênfase a um aspecto, obviamente o
que mais lhe agrada. Os mais antenados no assunto, como os leitores
de Car Stereo Tuning sabem que uma simples pecinha
ultrapassa facilmente as centenas de reais, e que, por isso, há
uma certa dificuldade de se encontrar exemplares que sejam extreme
em todos os sentidos. Mas quando eles aparecem, têm seu mérito
reconhecido. Acabou de aparecer mais um !
Quando o comerciante Jefferson Luis de Oliveira, de 25 anos, resolveu
adquirir um Marea, tinha em mente a idéias de utilizar a
perua para o dia-a-dia, e foi o que aconteceu inicialmente. vale
a pena dizer, também, que a opção foi feita
com base no gosto por motores um pouco mais fortes do que o convencional,
mas Jefferson não tinha em mente tantos planos para o carro,
a menos que o destino lhe pregasse uma peça...e que peça!
Tão grande que, graças a que, graças a ela,
o carro ganhou peças por todos os lados que possa se imaginar.
Com pouco tempo de uso, o motor fundiu, e teria de ser refeito.
"Já que eu tinha que fazer de qualquer jeito, resolvi
melhorar o carro todo", conta Jefferson. "Eu só
não imaginava que chegaria a ponto de causar espanto pelo
tanto de coisas que foram feitas". Espanto no melhor sentido
da palavra.
MARCA REGISTRADA
valorizar apenas um detalhe deste carro chega a ser uma heresia,
mas é impossível negar que a ausência do capô
realmente é o que mais chama atenção. O curioso,
no entanto é que não foi algo premeditado, mas mas
um acaso do "destino". Quando Jefferson começou
a reparar os danos do motor, resolveu montar o carro para participar
de arrancada, e o empenho foi tamanho que começou a faltar
espaço para os equipamentos. para facilitar o processo, resolveu
tirar o capô, e só depois de tudo pronto é que
ele pensaria em um modo de colocá-lo de volta. Porém,
Jefferson gostou do resultado e sabiamente, notou que a perua começou
a ser reconhecida como "a Marea sem capô": nascia
assim mais um carro único.
Para entender o porquê da falta de espaço, basta dar
uma boa olhada no motor, o que acabou por ser tornar mais fácil.
Mas a "listinha" do que foi feito contribui para não
só encher is olhos, mas tamém deixar qualquer um de
queixo caido. Se falar que foi instalado um motor FIAT, da própria
Marea, 2.4 20v já parece o bastante, imagine se forem somados
pistões e bielas forjadas, cabeçote preparado, alimetação
através de dez bicos injetores, módulo Digipulse,
coletor em inox sob medida da BINHO ESCAPAMENTOS
e turbina sob medida da Turbo Anhanguera .83 .36? como imaginar
não basta, a mistura poderosa resultou em 380cv medidos no
dinamômetro. Isso sem contar o nitro, que soma mais 200cv.
pois é. 580cv não é motor pra qualquer um...
A
NASA que se cuide!
Corsa extreme surge repaginado, com ares de nave espacial
e escape que mais parece um propulsor de foguete.
Há uma diferença muito grande entre obrigação
e diversão. Normalmente, as coisas mais prazerosas da vida
são aquelas feitas por gosto, sem compromisso algum: os famosos
"hobbys". Porém, há casos em que a diversão
vira fixação, o passatempo se transforma em coisa
séri, e a brincadeira em trabalho. De gente grande. No caso
específico do tuning, talvez a grande geradora da febre que
tomou conta do universo automotivo seja a necessidade de superação,
e com tantas novidades no mercado, basta dar asas à imaginação.
Neste caso, asas não seriam suficientes, e a inspiração
parece ter vindo de outra galáxia.
O empresário Denis Moretti, apesar de ter apenas 22 anos,
não é nenhum novato no meio, e já obteve méritos
com seu Corsa 1998, um verdadeiro extreme. Porém, muitos
carros novos começaram a ganhar espaço e em destaque
maior, e Denis não ficaria para trás de forma alguma.
Afinal, uma das coisas de que mais gosta é competir. "Eu
já tinha um carro completo, mas conforme a concorrência
melhorava, resolvi fazer tudo de novo. Mudei completamente o visual,
o motor, o som e o interior, e com muitas peças exclusivas.
Como ele ficou conhecido no meio como Corsa Extreme, eu teria de
fazer jus ao apelido", conta Denis. Alguém dúvida
que ele conseguiu?
Já chegou o disco voador
O primeiro impacto sempre é causado por um exterior agressivo
e único, e foi com base nesses conceitos que Denis, junto
à sua equipe da Tec Art, elaborou todo o projeto gráfico
para a transformação. Com base na criatividade e na
vontade de inovar, o carro foi surgindo, peça por peça.
Na hora de sair do papel, pode-se dizer que o trabalho foi realizado
de forma totalmente artesanal. Assim parachoques dianteiros e traseiros,
paralamas, tomadas de ar, saídas de ar, faróis, lanterna
e aerofólio são peças exclusivas, criadas e
feitas sob encomenda pela própria TecArt. Como o azul é
a cor preferida de Denis, nada mais óbvio do que utiliza-la
para a pintura. Porém a tonalidade escolhida, apesar do brilho
conferido pelo leve toque de verniz flake, seria de uma sobriedade
exagerada e destoante. Para quebrar o efeito, o azul ficou na proporção
superior, e na inferior recebeu a cor branca. No limite entre as
cores, nada muito estravagante: cortes simétricos, auxiliados
por detalhes em vermelho fluorescente, criaram todo o clima espacial
do conjunto de cores. A frente ganhou ares mais agressivos com a
instalação do intercooler, que auxilia, além
da estética no arrefecimento do motor.
Para maior harmonia, todos os vidros receberam película
na cor azul, e os faróis, iluminação de xénon,
além dos Angel Eyes. Como rodas são acessórios
obrigatórios, Denis optou pelas 1.000 Miglia aro 17",
com pneus Pirelli 225/40. Maçanetas? São coisa do
passado... Todo o sistema de abertura e fechamento de portas é
feito por meio de controle remoto e botões internos. Se o
Corsa impressiona na chegada, é por que ainda não
o viram na saída: simplesmente triunfal! As lanternas traseiras,
adaptadas de carreta, parecem vindas do espaço, e as três
ponteiras de escape, munidas de lança-chamas, dão
a impressão de que é para lá que vai o Corsa.
Vale ressaltar que Denis foi pioneiro na importação
do kit, acionado por meio de um dispositivo interno. "O mecanismo
que cria o efeito lança-chmas é 100% garantido e seguro,
não há risco de inversão do fogo: vai sempre
para fora", garante ele. O único risco é o de
algum astronauta desavisado tentar pegar carona na cauda do cometa:
vai virar churrasquinho.
Quem pensa que o carro é só visual, se engana, pois
preparação também não falta. O motor
1.0, retrabalhado, teve pistões e bielas forjadas, comando
de válvulas preparado, ganhou turbina Master Power T2, cabos
de vela, filtros esportivos e kit nitro. A ínfima potência
de um carrinho "mil" passou para 190 cv sem o nitro, que
acrescenta mais 50cv, num total de 240cv. Para suportar tudo isso,
e ainda permitir o efeito-foguete, coletor de escape, escapamentos
e intercooler foram devidamente ajustados, além das três
ponteiras de 6'' cada, em alumínio e inox. A suspensão
é a ar e independente nas quatro rodas, com mecanismo de
subida e descida rápida, bolsas de ar exclusivas e amortecedores
preparados, além de reforço no chassi para permitir
a funcionalidade dos sistema instalado pela B&F Suspensões.
Interplanetário de Brinquedo
O interior do Corsa nave-mãe não deixa a desejar
em relação ao seu exterior. Pelo contrário.
Em primeiro momento, parece saído de um filme de Hollywood.
Depois, lembra alguns brinquedos dos mais renomados parques do mundo.
Porém, melhor do que analisar é simplismente apreciar
o visual. E detalhe é o que não falta! Afinal, só
os manômetros são 14, todos Orlan Rober, fornecidos
pela RM Motor Sports. Para acomodar tudo isso, além de CD
player Pionner, tela e DVD Booster, e uma câmera utilizada
nos eventos, o paínel foi totalmente remodelado, e recebeu
acabamento, relativo à forração das laterais,
teto, chão, portas e bancos, é todo em veludo monocromático
azul, semelhante ao adotado na pintura.
Os quatro bancos foram substituídos pelos do tipo concha,
reclináveis e com cinto de três pontos na parte dianteira,
e fixo na traseira. O volante é um dos grandes destaques,
e um dos detalhes que que mais trazem à tona o clima espacial.
"Diferente de todos os que já havia visto, futurístico
e único. Era o que eu queria, por isso desenhei e fiz o volante
nesse modelo exclusivo. A dirigibilidade não é muito
prejudicada, mas como não ando com o carro, utilizo apenas
para eventos, não dá para fazer uma avaliação
mais concreta", explica Denis. Já as manoplas, pedaleiras
e tapetes de alumínio são convencionais, não
exclusivos, mas nem por isso deixam de contribuir com o todo.
Como o carro se destina a eventos, a sonorização
foi projetada para criar um som "para fora". Dessa forma,
foi instalado um kit de voz de 6" Rockford Fosgate nas portas
dianteiras, e o restante no porta-malas. Uma caixa band-pass com
dois subwoofers de 12" da mesma marca recebe o apoio de um
módulo mono, também Fosgate, e a parte estéreo
fica por conta de mais um kit de voz de 6" e um módulo
estéreo, ambos Rockford Fosgate. Duas telas Booster sobressalentes
finalizam o conjunto, monitorado por mais uma microcâmera
instalada na traseira. "As imagens se revezam entre os monitores
e o telão, e o pessoal que frequenta os eventos costuma achar
legal. A imagem mostra quem entra no carro, quem olha a traseira.
É um detalhe a mais", diz Denis. E bem futurista, diga-se
de passagem.
Conquista da Galáxia
Como era de se esperar, da mesma forma que Denis aprimorou o Corsa,
muitos também fizeram o mesmo tipo de investimento, sem contar
os carros novos que surgiram nesse pouco tempo. E a esse respeito,
Denis é decidido: "Ficou excelente, exatamente como
eu queria, É um carro muito chamativo, específico
para eventos, e não para uso rotineiro, e felizmente a maioria
gosta. Mas conforme aparecem outro carros, mudarei de novo sem pensar
duas vezes".
Apesar de demonstrar verdadeira paixão pelo carro, Denis
diz que, se receber uma boa proposta, vende o carro exatamente como
está. Porém se isso não acontecer, ele só
tem duas coisas a declarar "O próximo passo é
deixar o Corsa em nível internacional. E os "transformers"
que o aguardem!"
Queba-cabeça
Comerciante roda por várias lojas e, peça
por peça, monta seu carro dos sonhos de muita gente.
Aos interessados em andar por aí com um carro diferenciado,
restam dois caminhos: o primeiro é deixar o automóvel
em alguma loja de confiança e, algum tempo e muito dinheiro
investido depois, conseguir uma carona, passar no local e sair montado
em um som e rodas de primeira. O segundo, muito mais trabalhoso,
é escolher o projeto que lhe agrada e, a partir daí,
sair atrás dos serviços principais de cada loja, sem
(quase) nunca repetir a loja e o instalador.
O comerciante Fábio Eduardo Di Giorgio, de 36 anos, fez o
que poucos fazem e optou pela segunda fórmula. Até
para adquirir o carro, um Audi 1995, o comerciante não agiu
pelos métodos tradicionais. “Fique sabendo que a Sony
não estava usando (o carro). Por intermédio de um
amigo, consegui comprar”, conta. Com o interior desmontado
e sem nenhum aparelho de som para contar história, sobrou
para Fábio ir atrás de cada acessório. “Refizemos
tudo”, resume.
Para
começar, os pára-choques da Personal Parts tiveram
seu encaixe lateral facilitado e melhorado com a emenda feita na
lata. A história de comprar uma coisa aqui e outra ali já
aparece no lado de fora: as rodas Tsuya e os pneus Toyo foram patrocinados
pela Jonny rac, enquanto o escapamento cruzado (as ligações
usadas em carros seis cilindros, seis em dois)foi preparado e ajustado
pela BINHO ESCAPAMENTOS. Alisado, o carro abre
por controle-remoto. O capô ostenta um scoop. O jeitão
" quase bad boy", como define o proprietário, também
ajuda a dar identidade no lado de fora do Audi. A pintura, em especial
a porção cromada, fábio foi buscar na CLS Cromeação.
Além disso, a suspensão, também acionada por
controle-remoto, é de outra empresa, a suspensound. "Hoje,
as lojas terceirizam os serviços em que são especializadas.
Se é para fazer assim, eu mesmo procuro os melhores serviços",
conta Fábio.
Super
Garagem Santa Matilde Turbo
O Santa Matilde é aquele tipo de carro que faz você
fazer as contas e imaginar o quanto a relação peso
versus potência pode ser compensadora. Logicamente que se
trata de um carro que utiliza a plataforma do Opala, originalmente
pesada. Mas a carroceria em fibra-de-vidro é um atrativo
à parte para quem gosta de ganhar velocidade com muita facilidade.
E quando o seu pensamento chega ao capítulo motor e você
confere que o propulsor tem cerca de 500 cavalos, esta brincandeira
fica ainda mais interessante. O protagonista desta história
é Gilmar Filho, comerciante paulista. Tudo começou
quando o carro foi comprado há cerca de quatro anos. "Meu
pai comprou este carro de uma viúva, por 5 mil reais",
conta Tuco, como é conhecido o dono do brinquedo.
O Santa Matilde ano 1982 estava com a mecânica impecável
e recebeu uma restauração completa de funilaria. Naquela
época, ainda com 93 mil quilômetros originais, o carro
funcionava perfeitamente, inclusive o ar-condicionado. Tuco, amante
dos motores bravos, acabara de vender um Maverick V8, queria um
novo carro e acabou comprando o carro do pai.
Sua intenção de substituir temporariamente o Ford
ficou séria. Mesmo já sendo dono de um novo Maverick,
Tuco continuou com o SM, mas o motor não ficaria original:
ganhou kit turbo completo, mas ainda com carburador Brosol 3E e
um bico suplementar, além do cãmbio original. Mas
logicamente, Tuco queria mais!
Competência.
Para
isso, procurou a empresa Allen e encomendou ao renomado preparador
Rogério Rascio um upgrade à altura do visual do carro.
Mesmo trabalhando com pistões e bielas originais, o carro
sofreu um novo acerto. Comando de válvulas e cabeçote
permaneceram originais. Para a alimentação, o antigo
3E deu lugar a uma competente Weber 40 IDF que foi instalada em
coletor de admissão retrabalhado pela Allen.
O motor, que é alimentado com álcool, recebe o combustível
por meio de duas bombas GTI Full da Dinâmica. Ainda na linha
encontra-se um dosador modelo HPI.
O coletor de escape foi feito pelo BINHO ESCAPAMENTOS
e trabalha com uma turbina Master Power Super 70. A configuração
de caixa quente é .70 e a configuração de caixa
fria é .80. A pressão é regulada por válvula
wastegate da Belquip e está configurada para 2.0 bar. Ainda
na pressurização, encontra-se uma válvula de
prioridade da Belquip.
Na parte elétrica, o carro recebeu uma bobina MSD Blaster
SS que trabalha em conjunto com distribuidor retrabalhado e velas
NGK Iridium. Os cabos são da Accel, modelo de 8.8 mm..
Na
transmissão, a Allen instalou um novo volente de motor aliviado
que trabalha agora com um câmbio Clarck de quatro marchas,
derivado de Dodger. O deferencial é um Dana, mas não
trabalha com blocante. Para embreagem, foi utilizado um conjunto
feito pela Displatô com disco com pastilhas em cerâmica.
As suspensões de Opala foram retrabalhadas e ganharam amortecedores
da GASS. O carro é calçado com rodas Mangels aro 20
x 8.5 e sofrendores pneus Toyo.
Explicamos: ao leve toque no acelerador, o carro insiste em querer
atravessar com a força do motor e deixa uma lista de borracha
no asfalto. Os pneus traseiros têm configuração
275/30R20 e os dianteiros tem 245/35R20. A dirigibilidade do carro
ficou espetacular. Para fear, pinças e discos nas quatro
rodas.
Jornal
do Carro - Titan 97 ressurge totalmente tunada
Leitor afirma que Honda recebeu mais de R$ 20 mil em
equipamentos. Há Até kit turbo e suspensão
a ar.
A moto das fotos desta página manteve pouco do modelo orignal.
Modificada pelo preparador de carros Luiz Antonio Pirola, trata-se
de uma Honda CG 125 Titan 1997, que recebeu mais de R$ 20 mil de
acessórios e serviços, segundo seu proprietário.
"O processo contou com a colaboração das oficinas
que patrocinaram a customização. Não gastei
R$ 10", diz Pirola, que entrou apenas com a moto. " Usei-a
sem dó por seis anos. Como estava com a suspensão
arriada, valia muito menos que a tabela", lembra o preparador,
que é patrocinado pela Traxart.
Para convencer o primeiro patrocinador, que faria a cromagem das
peças, Pirola teve de desmontar a CG. "Ninguém
acreditava ser possível transformar a moto em algo surpreendente."
"É
um trabalho de equipe, mas os profissionais nem se conhecem. A moto
saía de uma oficina e ia para outra", lembra. A transformação
levou cerca de dez meses para ser concluída. Depois da desmontagem,
as peças foram cromadas na Cromo Speedy, serviço que
custa cerca de R$ 4.700.
Para a pintura, feita na Luna Aerografia, foi escolhido o tema do
filme O Motoqueiro Fastasma, "O trabalho reproduz
o efeito de chamas", diz Pirola.
O banco também foi personalizado. Tem o desenho da pintura
bordado pela Pedrinho e Johnny Bordados (custo de R$ 300). A moto
ganhou ainda turbina, válvula de alívio, mangueiras
e manômetro da Anhanguerra, que cobra R$ 2.500 pelo kit. O
novo escapamento da Binho, vale cerca de R$ 600, conforme o dono
da CG.
Ele afirma que foi preciso adaptar a estrutura da moto para que
fosse possível instalar as rodas de 17 polegadas. Ambas da
Viper, com 3,5" de largura na dianteira e 5" na traseira.
O trabalho foi feito pela MotoFix e o equipamento é da Grandão
Motos.
O
modelo também recebeu suspensão a ar. A instalação
do equipamento, que custa R$ 1.600, ficou a cargo da Suspensound.
"Como eles têm experiência com carros, fizeram
o sistema, até então inédito, para a moto",
afirma Pirola. "A CG estava tão detonada que ninguém
acredita quando a vê hoje".
A partir do alto: Kit de manete, guidom e pedaleia, que custa
cerca de R$ 2.700; pirola com seu brinquedinho; painel recebeu um
enorme contagiros; escape é personalizado.
Personalização levou seis meses para ser concluída
e foi bancada por patrocinadores.
fonte:Jornal do Carro - Viviane Biondo.
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